terça-feira, 20 de janeiro de 2009

16.01.2009 - 12h35
Cruz Vermelha e Associação de Combatentes assinam protocolo para combater exclusão social entre antigos militares


A Cruz Vermelha Portuguesa e a Associação Combatentes do Ultramar assinam hoje um protocolo com vista a ajudar os antigos combatentes em situação de exclusão e de risco, desde o alcoolismo à toxicodependência. O objectivo prioritário desta colaboração é apurar ao certo qual o número de ex-combatentes que se encontram a viver na rua.

O alerta partiu de um levantamento feito pela Associação de Municípios e pela Santa Casa da Misericórdia que apurou que existem 300 a 400 combatentes sem-abrigo em todo o país, sendo que a maioria vive nas ruas de Lisboa.

À TSF, esta manhã, José Nunes, da Associação dos Combatentes do Ultramar, afirmou-se surpreendido com o número de antigos combatentes que vivem nas ruas e diz que esta estatística sobe para mais de 500 quando se fala de combatentes em situações sociais graves.


in Público
MAR.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Após uma semana ausentes, algumas novidades vieram quebrar a rotina do nosso projecto.


  • Ribeira do Porto:







  • Inquéritos:

Num universo de cerca de 1200 alunos, optamos por escolher uma amostra de 36 estudantes. Destes, 12 frequentam o 10º ano de escolaridade, 12 frequentam o 11º e os outros 12 o 12º ano.
A análise estatística está exposta no slide abaixo não contendo no entanto os resultados da primeira pergunta uma vez que a resposta a esta era aberta.




  • Voluntariado em Braga

Prevista para breve, a nossa segunda experiência de contacto com os sem abrigo realizar-se-á em Braga. Com o auxílio de um grupo de voluntários que tornam a vida dos sem-abrigo um pouco melhor esperamos que esta saída nos enriqueça tanto a nivel pessoal como colectivo.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

"Envio-te o que pediste. Nem imaginas o que eu e um amigo meu sofremos com este mendigo, tirei esta fotografia à meia noite em Braga(maratona fotográfica 24h-FNAC). Depois às 7h da manhã, feliz ou infelizmente voltamos a passar ali e aquele indigente pediu-nos ajuda para se pôr em cima da cadeira de rodas. Hesitamos bastante mas eu não conseguiria ir embora sem ajudar o pobre coitado, metemos mãos ao trabalho, dobramos o edredão completamente urinado, pegamos naquele peso bruto, e lá conseguimos pô-lo na cadeira. Nunca senti tanto cheiro a ranço, urina (sabe-se sei lá mais o quê) como naquele dia, não vomitei em cima dele porque não calhou, mesmo!

MORAL da História:
Domingo, às 7 e pouco da manhã numa cidade deserta, eu e o meu amigo sentamo-nos num banco do jardim, completamente enjoados e com vómitos, com uma dor muscular num braço que me custou 15 dias de recuperação, com as camisolas e as mãos todas sujas, e a cheirar mesmo muito mal! Sem solução aparente para resolver essa situação, com pena do pobre coitado mas com a consciência bastante leve, pois fizemos o mínimo que nos era possível para o ajudar. Passados 4 minutos, olhamos para o nosso lado esquerdo, tínhamos uma casa de banho pública aberta e completamente limpa, a cheirar bem, com água, sabonete, e secador. Pudemos rejuvenescer o nosso conceito de higiene, até deu para lavar e secar as camisolas.
É incrível!..."


Rui Jorge Silva (história verídica)

  • Este relato foi-nos enviado através do correio electrónico por um colega juntamente com a fotografia, acima publicada, acerca do tema. Desde já o nosso obrigado.

MAR.