16.01.2009 - 12h35
Cruz Vermelha e Associação de Combatentes assinam protocolo para combater exclusão social entre antigos militares
A Cruz Vermelha Portuguesa e a Associação Combatentes do Ultramar assinam hoje um protocolo com vista a ajudar os antigos combatentes em situação de exclusão e de risco, desde o alcoolismo à toxicodependência. O objectivo prioritário desta colaboração é apurar ao certo qual o número de ex-combatentes que se encontram a viver na rua.
O alerta partiu de um levantamento feito pela Associação de Municípios e pela Santa Casa da Misericórdia que apurou que existem 300 a 400 combatentes sem-abrigo em todo o país, sendo que a maioria vive nas ruas de Lisboa.
À TSF, esta manhã, José Nunes, da Associação dos Combatentes do Ultramar, afirmou-se surpreendido com o número de antigos combatentes que vivem nas ruas e diz que esta estatística sobe para mais de 500 quando se fala de combatentes em situações sociais graves.
A Cruz Vermelha Portuguesa e a Associação Combatentes do Ultramar assinam hoje um protocolo com vista a ajudar os antigos combatentes em situação de exclusão e de risco, desde o alcoolismo à toxicodependência. O objectivo prioritário desta colaboração é apurar ao certo qual o número de ex-combatentes que se encontram a viver na rua.
O alerta partiu de um levantamento feito pela Associação de Municípios e pela Santa Casa da Misericórdia que apurou que existem 300 a 400 combatentes sem-abrigo em todo o país, sendo que a maioria vive nas ruas de Lisboa.
À TSF, esta manhã, José Nunes, da Associação dos Combatentes do Ultramar, afirmou-se surpreendido com o número de antigos combatentes que vivem nas ruas e diz que esta estatística sobe para mais de 500 quando se fala de combatentes em situações sociais graves.
in Público
MAR.



